Elomar

Elomar & Arthur Moreira Lima – Parcelada Malunga [1981]

Parcelada Malunga (1980) – Este é um dos maiores encontros da música de nossos tempos. Ainda com a participações mais que especiais de Xangai e Zé Gomes.

Ficha técnica:

Produção: Discos Marcus Pereira

Direção Artística: Marcus Vinícius

Fotos: Wilson Chumbo

Assistente de Produção: Fábio Pereira

Técnico de Gravação: Egídio Conde

Mixagem: Vice-Versa (SP)
Extraia o sumo: Elomar & Arthur Moreira Lima – Parcelada Malunga [1981]
Faixas:
1 O violeiro
(Elomar)
2 As curvas do rio
(Elomar)
3 Louvação [do “Auto da Catingueira”]
(Elomar)
4 Cantiga de amigo
(Elomar)
5 Chula no terreiro
(Elomar)
6 Peão na amarração
(Elomar)
7 Cantada
(Elomar)
8 Estrela maga dos ciganos
(Elomar)
9 Puluxias
(Elomar)
10 Clariô
(Elomar)

Friday, April 13, 2007

Elomar – Cartas Catingueiras (1982)

Cartas Catingueiras é outro álbum clássico de Elomar, com 13 canções e cinco solos de violão, em 77 minutos de música, remasterizadas em 2005 por Luigi Hoffer a partir do disco duplo original de 1982. Gravado em São Paulo, o trabalho alinha peças importantes como “Faviela”, “O Peão na Amarração”, “Corban”, “Cantiga do Estradar” e “Seresta Sertaneza”. No livreto, muitas cartas, falando das obras e relatando as agruras e ansiedades do catingueiro na megalópolis.[fonte]

extraia o sumo: download Elomar – Cartas Catingueiras (1982)

Faixas:
DISCO 1

01 Cantiga do estradar (Elomar)
02 Histórias de vaqueiros (Elomar)
03 Faviela (Elomar)
04 Seresta sertaneza (Elomar)
05 O cavaleiro da torre (Elomar)
06 Um cavaleiro na tempestade (Elomar)
07 O peão na amarração (Elomar)
08 Homenagem a um menestrel (Elomar)

DISCO 2

01 A donzela Tiadora (Elomar)
02 Gabriela (Elomar)
03 Naninha (Elomar)
04 Incelença para um poeta morto (Elomar)
05 Corban (Elomar)
06 Duvê esse chão quêma meus pé (Elomar)
07 Calundú e cacoré (Elomar)
08 Batuque na Serra da Tromba (Elomar)
09 Batuque na panela (Elomar)
10 Trabalhadores na destoca (Elomar)

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Tuesday, April 3, 2007

Elomar – Auto da Catingueira (1984)

Obra-prima definitiva da poética sertaneza brasileira, o Auto da Catingueira foi gravado inteiramente na sala de visitas da Casa dos Carneiros, na Fazenda Gameleira, com a colaboração de grandes malungos, artistas do porte de Juracy Dórea , Marcelo Bernardes, Jaque Morelembaum, Andréa Daltro, Dércio, Xangai entre outros Ernani Maurílio, Adeline Renaut e ainda Cici Corecoré no comando das gravações…

Ficha técnica:
Disco I
Flauta Transversal: Marcelo Bernardes
Violoncelo: Jacques Morelembaum
Violão e Canto: Elomar
1º Canto: Da Catingueira
Violão e Canto: Elomar
2º Canto: Dos Labutos
Violão e Canto: Elomar
3º Canto: Das Visage e Da Latumia
Disco II
Flauta Transversal e Clarineta: Marcelo Bernardes
Violoncelo: Jaques Morelembaum
Violão: Elomar
Canto: Andréa Daltro
2- Recitativo: Sônia Penido
4º Canto: Do Pidido
Violoncelo: Jaques Morelembaum
Canto: Andréa Daltro
5º Canto: Das Violas da Morte
1 – Clariô
Flauta Doce: Marcelo Bernardes
Violoncelo: Jaques Morelembaum
Violão: Xangai
Viola: Dércio Marques
Canto: Elomar
Côro: Dércio, Xangai, Gutemberg Vieira, Júlio Oliveira, Amélia, Cláudia, Rita, Marinalva, Duvije
2 – Desafio
Cantador do Nordeste: Xangai
Tropeiro: Dércio
Violoncelo: Jaques
Flautas Transversal, de Taquara, Báia, Sax Tenor e Clarineta: Marcelo
Violão: Elomar, Dércio e Xangai
Violas: Dércio
Intervenção de Dassanta no Desafio
Flauta Transversal: Marcelo
Violoncelo: Jaques
Violão: Elomar
Canto: Andréa Daltro
Facões: Júlio Oliveira
Epílogo: Elomar
Coord. de Estúdio: Jques Morelembaum
Direção de Estúdio: Todos
Manutenção da Casa dos Carneiros: Badega, Zenilto, Tinga, Josué, Mané Lagoa Preta, Ivanildo
Técnico de Gravação: Alcivando Luz
Assistente: João de Oliveira
Edição: Alcivando e Elomar
Limpeza e Nível na Fita Matriz: Gunter (RCA) e Ricardo Daloia (RCA)
Remixagem em Digital Master: Ephendy Steven
Cobertura Fonográfica: Juraci Dórea e Ernani Maurílio
Livro
Introdução e Comentários: Ernani Maurílio e Adelina Renault
Planejamento Gráfico: Washington Falcão
Ilustrações Internas: Juarez Paraíso
Arte da Capa e Ilustraçòes Contra Capa – Juraci Dórea (da série Cancelas)
Foto da Arte da Capa: David Glat
Consultor Gráfico: Eduardo Curvelo
Produção: Carlos Pita, Antônio Carlos Limongi e Luiz Carlos Henriques (em Salvador) Albino Henrique (no Rio) Waldemar Getner e geraldo Vieira (em São Paulo)
Composição do texto, fotolito e impressão: MCK Multimídia
Revisão: Edelmir, João Ernesto e Café
Patrocinadores: Governo do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda (Governo Antônio Carlos Magalhães), Odebrecht Harrison.
Gravadora e Editora: Rio do Gavião
[fonte]
extraia o sumo: download Elomar – Auto da Catingueira (1984)

Faixas:
Disco I:
Bespa (Introdução à Cantoria)
1º Canto: Da Catingueira
2º Canto: Dos Labutos
3º Canto: Das Visage e Das Latumia
4º Canto: Do Pidido
Disco II:
5º Canto: Das Violas da Morte

Elomar, João Omar, Turíbio Santos, Xangai – Conserto Sertanez (1988)

Elomar, Turíbio Santos, Xangai e João Omar… Reunião de grandes músicos e vozes para este belo registro fonográfico que ocorreu nas calendas de 1988… “Infelizmente este disco foi arrebatado juntamente com um malungo de nome impronunciável e desde então não se sabe das matrizes do disco esvaído em éteres!!!”

Ficha técnica:
Produção: Antônio Carlos Limongi
Supervisão de Produção: Estúdio de Invenções LTDA
Técnico de Som: Filipe Cavalieri
Fotos: Adenor Gondim
Capa e Ilustrações: Augusto Jatobá
Gravado ao Vivo no Teatro Castro Alves, Salvador-BA, nos dias 7, 8, 9 e 10 de janeiro de 1988.
Produção do Espetáculo: Antônio C. Limongi e João Américo Bezerra
Sonorização do Espetáculo: João Américo Sonorizações
Técnico de Sonorização: Fernando Lima
[fonte]
extraia o sumo: download Elomar, João Omar, Turíbio Santos, Xangai – Conserto Sertanez (1988)

Faixas:

01. Violêro (Elomar F. Mello) – Elomar
02. Jundiá (Xangai) – Xangai
03. Suíte Nordestina (Luiz Gonzaga/H. Teixeira) – Harmonização de Turíbio Santos
04. Campo Branco (Elomar F. Mello) – Elomar/J. Omar
05. Sons de Carrilhões (João Pernambuco) – Turíbio Santos/J. Omar
06. Nas Asas do Zabelê/Matança (Augusto Jatobá) – Xangai
07. Ave Maria (Meditação de Gouno sobre Prelúdio de J. S. Bach) – Turíbio Santos/Xangai
08. Homenagem a Jackson (E. Ferreira/A Cavalcante/A Vianna/ João do Valle/R. Cavalcante) Adapt.: Turíbio Santos – Turíbio Santos
09. Venenoso Segredo (Hélio Contreiras/Xangai/Capinam) – Xangai
10. Sertantífona – Balada do Filho Pródigo (Elomar F. Mello) – Elomar
11. O Pidido (Elomar F. Mello) – Xangai

Elomar – Das Barrancas do Rio Gavião (1973)

Este LP revelou algumas das mais belas composições do cancioneiro de Elomar. Apresentado por nada menos que Vinícius de Morais, ele desfia seu colar de contas preciosas…
“Este disco há vinte e oito anos é propriedade eterna da Rainha da Holanda, a qual _ graças às benevolências das leis brasileiras sobre direitos autorais _ nunca pagou um real se quer de direitos do autor.”

Ficha técnica:
Direção e Produção: Roberto Santana
Técnicos de Gravação: Djalma & Bahia
Estúdio: J.S. Gravações Bahia
Fotos: Jamison Pedra & Sílvio Robatto
Corte: Joaquim Figueira
Todas as composições são de Elomar
[fonte]

extraia o sumo: download Elomar – Das Barrancas do Rio Gavião (1973)

Faixas:
01 O violeiro (Elomar)
02 O pedido (Elomar)
03 Zefinha (Elomar)
04 Incelença do amor retirante (Elomar)
05 Joana Flor das Alagoas (Elomar)
06 Cantiga de amigo (Elomar)
07 Cavaleiro do São Joaquim (Elomar)
08 Na estrada das areias de ouro (Elomar)
09 Retirada (Elomar)
10 Cantada (Elomar)
11 Acalanto (Elomar)
12 Canção da catingueira (Elomar)

Elomar – Fantasia Leiga Para Um Rio Seco (1981)

Foi o primeiro registro sinfônico de Elomar, executado pela Orquestra Sinfônica da Bahia, regida por Lindenbergue Cardoso. Trata-se de um formidável poema épico, onde foi registrada uma das passagens de “O menino” em sua peregrinação centenal pelo mundo dos viventes, que se tem registro a partir dos dias em que José, filho de Jacó, foi vendido por seus irmãos como escravo para o Egito.

Ficha técnica:
Orquestra Sinfônica da Bahia
Orquestração e Regência: Lindembergue Cardoso
Direção de Produção: Carlos Pita
Assistentes de Produção: Antônio Carlos Limongi, Cardan Dantas
Coordenação de Orquestra: Georgina Pinheiro de Lemos
Técnicos de Gravação: Alcivando Luz e João Américo
Re-Mixagem e Montagem das Fitas: Zorro
Fotos e Ilustrações: Juraci Dórea
Programação Visual: Washington Falcão
Texto do Encarte: Ernani Maurílio Figueiredo e Adeline
Revisão: Edelmir
Coordenação de Produção em São Paulo: Geraldo Vieira
Gravação: Auditório do Centro de Convenções – Bahia
Edição: Fundação Cultural do Estado da Bahia (Governo Antônio Carlos Magalhães)
Todas as Composições são de Elomar[fonte]

extraia o sumo: download Elomar – Fantasia Leiga Para Um Rio Seco (1981)

01 Abertura: Incelença pra terra que o sol matou (Elomar)
02 Tirana (Elomar)
03 Parcela (Elomar)
04 Contradança (Elomar)
05 Amarração (Elomar)

Elomar – Elomar Em Concerto – Ao Vivo (1990)

Com regência de Jaques Morelenbaum e gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, este recital reuniu a nata dos instrumentistas de concerto do Rio, e dá algumas pinceladas da música orquestral e coral deste trovador caatingueiro.

Ficha Musical

Quarteto Bessler-Reis:
Bernardo Bessler (1º violino)
Michel Bessler (2º violino)
Marie-Christine Sprinquel (viola)
Alceu Reis (cello)

Paulo Sérgio Santos (clarineta/sax),
Marcelo Bernardes (flauta/sax),
Antonio Augusto (trompa).

Octeto Coral de Muri Costa:
Baixos: Felipe Abreu, Paulo Brandão
Tenores: Muri Costa, Kaleba Villela
Contraltos: Patricia Costa, Bia Paes Leme
Sopranos: Eveline Hecker, Malu Lafetá.

Jaques Morelenbaum (regência e direção musical)

Ficha Técnica

Produzido e montado por Mario de Aratanha.
Produtor Fonográfo: Kuarup Discos.
Gravado por Denilson Campos e Sérgio Lima Neto.
Assistente de gravação: José Ary.
Pós-produção de estúdio: Muri Costa.
Mixagem digital: Mario Possolo.
Capa: Janine Houard (design), Artur Cavalieri (fotos), Antonio Woyames (arte-final).
Agradecimentos: Henrique Morelenbaum, Maria Clara Jorge, Dietrich Batista.[fonte]
extraia o sumo: download Elomar – Elomar Em Concerto – Ao Vivo (1990)

Faixas:
01 Parcelada – Violero (Elomar)
02 Gabriela (Elomar)
03 Campo branco (Elomar)
04 A meu Deus um canto novo (Elomar)
05 O peão na amarração (Elomar)
06 Incelença pro amor retirante (Elomar)
07 Balada do Filho Pródigo “Fragmento do nº 2 da Antiphonaria Sertani” (Elomar)
08 Loa – Para orquestra e coro “Fragmento do nº 3 da Antiphonaria Sertani, Incelença ad Moribundum Solem” (Elomar)
09 Gratidão – Para orquestra e coro “Fragmento do nº 3 da Antiphonaria Sertani, Incelença ad Moribundum Solem” (Elomar)
10 Arrumação (Elomar)

Elomar – Árias Sertânicas (1994)

Em 1991, Elomar gravou seu primeiro CD dedicado apenas às árias de suas óperas. Voz e dois violões, tendo João Omar como convidado, pai e filho recriam momentos especiais das óperas A Carta (7 faixas), O Retirante (duas faixas) e Casa das Bonecas (uma faixa). Licenciado por Elomar para a Kuarup, o CD foi remasterizado em 2005 por Luigi Hoffer, e seu livreto inclui as sinopses das peças e cenas pintadas por Orlando Celino.

Apresentação

O presente trabalho, nosso quinto independente pelo selo Rio do Gavião, é beneficiado pelas componentes de dois grandes artistas. Um, João Omar, nosso velho malungo de muito estradar, estudante de regência, que já pelos anos, embora estreante, canta com belíssima voz em quase todas as árias. Falar da grandeza de seu violão na abertura ou demais momentos da orquestra é completamente desnecessário, pois nasce pintado.

O outro, velho malungo também, Orlando Celino, que em 1979 talhou a capa do álbum Na Quadrada das Águas Perdidas, onde já se pressentia o monumental artista que emergia do balaio de cascavéis de sua terra, para mais enriquecê-la em seu tesouro pictorial. E agora que treze anos já são passados, a convite nosso, desce das alturas da Chapada Diamantina, mais precisamente de Rio de Contas, até o vale da Casa dos Carneiros, para não só conceber capa e ilustrações destas Árias Sertânicas, como também desenhar e dar forma às cenas de A Carta, O Retirante e Casa das Bonecas.

Pela atenção e boa vontade dispensadas, agradeço.[fonte]
extraia o sumo: download Elomar – Árias Sertânicas (1994)

Faixas:
01 Abertura (Elomar)
02 Dança da Fogueira (Elomar)
03 Patra Vea do Sertão (Elomar)
04 Ária do Apartamento (Elomar)
05 A Única Esperança (Elomar)
06 Tão Tarde e Nem Sinal (Elomar)
07 A Leitura (Elomar)
08 Agora sou feliz (Elomar)
09 Carta de Arrematação (Elomar)
10 A terra qui nois pissui (Elomar)

Thursday, March 22, 2007

Vários Artistas – Cantoria Brasileira (2002)

Ser caipira ou ser caiçara, eis a primeira questão sociológica brasileira. Enquanto o caiçara do litoral recebia em primeira mão as tendências e influências do mundo externo, o caipira do interior alimentava-se da própria cultura, interagindo no máximo com as culturas vizinhas. Enquanto o caiçara foi modista, o caipira foi tradição.

Com o tempo, às ondas do mar juntaram-se as do rádio e da televisão. Das velas dos navios às asas dos aviões, o mundo foi se sofisticando e se globalizando. O próprio interior, em seus grandes centros, internacionalizou-se. Na era da internet, aquele caipira, o homem do Brasil de Dentro, tornou-se universal cantando sua própria aldeia.

Há 25 anos a Kuarup vem mexendo com o Brasil de Dentro: do choro dos quintais dos subúrbios ao nacionalismo musical de Villa-Lobos, das cantorias nordestinas às modas caipiras de viola, buscando a valorização dos nossos melhores valores musicais. Sempre gostamos de juntar talentos, e este disco é mais uma amostra deste espírito.

Nele estão alguns (infelizmente não todos) dos principais artistas que percorreram e percorrem este projeto de vida conosco. Nele estão amostras da mais alta qualidade lírica e instrumental de uma música que a cidade insiste em classificar como regional, mas que na verdade representa o imenso interior de nós mesmos.

Pois sempre seremos um pouco mais caipiras que caiçaras. Ser tão brasileiro é fácil nesta geléia geral de ritmos, poesias e estéticas. Como diziam os modernistas da Semana de 22, basta alimentar-se de si mesmo.

Janine Houard e Mario de Aratanha

Cantoria Brasileira é o espetáculo que lotou o Canecão na festa dos 25 anos da Kuarup. O primeiro time da música de raíz toca e canta, em duos, trios, ou todos juntos, um panorama inédito do nosso Brasil de Dentro, no encontro do melhor das estéticas caipira e nordestina.
[fonte]

extraia o sumo: download Vários Artistas – Cantoria Brasileira (2002)

Faixas:
01 Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense)
02 Campo Branco (Elomar)
03 O Pidido (Elomar)
04 Arrumação (Elomar)
05 O homem tem que ter mulher (Juraildes da Cruz)
06 Pequenina (Renato Teixeira)
07 Bebê (Hermeto Pascoal)
08 Cantiga (Caicó), da Bachianas Brasileiras nº4 (Teca Calazans/ Milton Nascimento/ Heitor Villa-Lobos)
09 Acauã (Sinhô)
10 Vaca Estrela e Boi Fubá (Patativa do Assaré)
11Vazante (Chico Lobo)
12 Tropa (Chico Lobo)
13 Romaria (Renato Teixeira)
14 Balanceando (Seu Chico de Ubatuba)
15 Tocando em Frente (Renato Teixeira/ Almir Sater)
16 Canoeiro (Tradicional)
17 A vida do viajante (Hervé Cordovil/ Luiz Gonzaga)

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Ficha técnica:
Dirigido e Produzido por
Mario de Aratanha

Gravado ao vivo em Niterói
no Teatro do Centro do Artes da UFF por Vegas Studio, e em
Poços de Caldas na 20ª Festa Uai
por Audiomobile, em agosto de 2002.

Assistente da produção: Remy de Aratanha.
Coordenação de produção: Janine Houard

Mixado por Sérgio Lima Netto
no Estúdio On-Axis, Araras, RJ. Masterizado por Luigi Hoffer (DMS, Rio)

Projeto gráfico: Janine Houard
Fotos: Livio Campos (capa) e Paulinho Muniz (fundo)

Assessoria de imprensa: Nani Santoro e Ricardo Bello

Agradecimentos especiais: Adil Tiscatti, centro de Artes da UFF, Valéria Colela, Angela Lopes, Lurdes do Monte, Cláudio Loureiro, Kati Almeida Braga, Lu Araújo, Jeanne Duarte, Argemiro Vilela, Ivete Miranda, Leo Salomão, Mickael, Bill R., Ani Pasche, Andréia Elisa, Felipe Boclin, I.Barroso, Márcia da Silva, Tiana Cássia, Valdir Procópio, Prefeitura de Poços de Caldas, e as equipes do Teatro da UFF e do Canecão.

Em memória de Airton Barbosa e Marcus Pereira

Uma produção comemorativa dos 25 anos da Kuarup Discos

Vários Artistas – Cantorias e Cantadores 2 (2001)

Elomar, menestrel, arquiteto e criador de bodes na região da Gameleira, perto de Vitória da Conquista, Bahia, tem um universo musical e poético único. Os dialetos e costumes da Caatinga são recriados por este músico maior, ao mesmo tempo rústico e sofisticado, em uma obra essencial, que vai do violão solo ao sinfônico-coral.

Boa parte de sua discografia está no catálogo da Kuarup, incluindo o ConSertão, com Moreira Lima, Paulo Moura e Heraldo do Monte; os Cantoria 1 e 2, com Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai; o Cantoria 3 com seu canto e violão; o Elomar em Concerto, ao vivo na Sala Cecília Meireles; e um CD de Xangai dedicado só à sua obra e com ele ao violão. Além destes, gravou mais sete outros – cinco deles independentes.

Pena Branca e Xavantinho vem do Triângulo Mineiro, e formam hoje a mais premiada dupla da tradição autêntica da música caipira. Favoritos de público e crítica, os dois manos conquistaram também a classe musical e grandes nomes da MPB já lhe dedicaram músicas.

Seu repertório inclui da moda de viola à marujada, da toada ao arrasta-pé, passando pelo cateretê, cantiga, lamento, batuque e seresta.

Com uma dezena de CDs gravados e participações em várias coletâneas, Pena Branca e Xavantinho já ganharam diversos prêmios Sharp, inclusive por seu CD Ao Vivo em Tatuí, com Renato Teixeira, lançado pela Kuarup, e até hoje um dos maiores sucessos da dupla em disco.

Vitor Ramil – poeta e escritor premiado, ator, compositor, instrumentista e cantor, é o artista mais completo da família Ramil, conhecida nacionalmente pelo sucesso da dupla Kleiton e Kledir. Nascido em Pelotas, de origem uruguaia, é cidadão espanhol e brasileiro.

Já gravou cinco CDs, e fez canções para Gal Costa, Zizi Possi e Mercedes Sosa. Ganhou o Prêmio Açorianos por sua novela Pequod, e é hoje considerado entre os principais intelectuais e artistas gaúchos da nova geração.

Sua visão da milonga dos pampas – contida em seu CD Ramilonga – A Estética do Frio, distribuído pela Kuarup – universaliza o regional gaúcho e amplia o alcance estético de Cantorias e Cantadores.

Teca Calazans vem de Recife, onde cresceu entre cirandas, xangôs, côcos e pífanos. Pesquisadora, produtora, instrumentista e cantora, firmou-se entre nossas melhores vozes femininas, e hoje é uma “mini-embaixadora cultural” dos músicos brasileiros na Europa.

Anos 60 entre Recife e Rio. Anos 70 na França com a dupla Teca & Ricardo. Anos 80, carreira solo no Brasil. Anos 90, volta a Paris, onde canta e grava o que quer, e assume a direção artística da Collection Brésilienne da gravadora Buda Musique.

Entre Brasil e exterior, Teca já lançou quinze discos solo. Quatro deles – O Samba dos Bambas, Firoliu, Intuição e Teca Calazans canta Villa-Lobos – estão licenciados para a Kuarup no Brasil.[fonte]

extraia o sumo: download Vários Artistas – Cantorias e Cantadores 2 (2001)

Faixas:
01 O Cio da Terra (Chico Buarque/ Milton Nascimento)
02 Canto de Guerreiro Mongoió (Elomar)
03 Milonga de Sete Cidades (Vitor Ramil)
04 Gente que vem de Lisboa/Peixinhos do Mar (Tavinho Moura/ Fernando Brant/ Tavinho Moura/ Fernando Brant)
05 Vitória/Romance/Barcarola Final (Oi pá) (Teca Calazans)
06 Noite de São João (Vitor Ramil)
07 Parcelada, Violero (Elomar)
08 Vaca Estrela e Boi Fubá (Patativa do Assaré)
09 Causo Farrapo (Vitor Ramil)
10 Seresta Sertaneza (Elomar)
11 Moreninha (Modinha Imperial) (Teca Calazans)
12 Canto do Povo de um Lugar (Caetano Veloso)
13 Gaudério (Vitor Ramil)
14 Cantiga do Boi Incantado (Elomar)
15 A Estrada do Sertão (João Pernambuco/ Wilson Rodrigues/ Herminio Bello Carvalho)

Ficha técnica:
Criação e montagem de Mario de Aratanha. Produzido por Mario de Aratanha (2,7,10,14), com Leo Stinghen (1,4,8,12), por Vitor Ramil (3,6,9,13), por Rita Sá Rego e Teca Calazans (5,11), por Geraldo Casado (15). Masterização: Luigi Hoffer (Microservice). Projeto gráfico: Janine Houard

Thursday, March 15, 2007

Elomar, Paulo Moura, Arthur Moreira Lima e Heraldo do Monte – ConSertão (1982)

A idéia do ConSertão é mostrar o instrumentista brasileiro e sua capacidade de arranjar, improvisar, bordar, enfeitar, tecendo tramas e enredos musicais sobre temas muito ou poucos conhecidos, mas de valor musical incontestável.
A liberdade de improvisação, se empregada com discernimento, consolida a forma musical, ao invés de dilacerá-la. Esse problema arquitetural, a manutenção da forma na música com espaços para improvisos, tão temido ao començarmos os ensaios, foi se resolvendo sozinho, à medida que cada um de nós foi se acostumando à linguagem sonora dos companheiros, sentindo-se enriquecido pelas idéias dos outros, adicionando a seu próprio idioma as riquezas dialetais dos parceiros.
Outra de nossas preocupações foi estabelecer climas musicais, mais pela sugestão que pela afirmação. Daí, talvez, veio o caráter algo impressionista do espetáculo, pois cada músico teve possibilidade de explorar ao máximo sua fantasia individual, limitando-se apenas pelas fronteiras do bom gosto.
Evidentemente, vieram à tona todas as influências que tivemos em nossa formação. De músicos e de seres humanos.

Arthur Moreira Lima
[fonte]

extraia o sumo: download Elomar, Paulo Moura, Arthur Moreira Lima e Heraldo do Monte – ConSertão (1982)[faixas 01-07]
extraia o sumo: download Elomar, Paulo Moura, Arthur Moreira Lima e Heraldo do Monte – ConSertão (1982)[faixas 08-13]

Faixas:
01 Estrela Maga Dos Ciganos/Noite de Santo Reis (Elomar/ Elomar)
02 Na Estrada das Areias de Ouro (Elomar)
03 Campo Branco (Elomar)
04 Incelença pra Terra que o Sol matou (Elomar)
05 Trabalhadores na Destoca (Elomar)
06 Pau de Arara (Guio de Morais/ Luiz Gonzaga)
07 Festa No Sertão (Do: Ciclo Brasileiro) (Heitor Villa-Lobos)
08 Valsa da dor (Heitor Villa-Lobos)
09 Leninia (Codó)
10 Valsa de Esquina nº 12, Em Fá Menor (Francisco Mignone)
11 Espinha de Bacalhau (Severino Araújo)
12 Pedacinhos do Céu (Waldir Azevedo/ Miguel Lima)
13 Corban (Elomar)

Sunday, March 4, 2007

Elomar, Geraldo azevedo, Vital farias e Xangai – Cantoria 1 – [1984]

Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de sangue de seus mortos e a certeza de luta de seus vivos…François Silvestre, Cantador
Gravado ao vivo em PCM-Digital no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), dias 13, 14 e 15 de janeiro de 1984. Um dos discos mais vendidos da Kuarup.[fonte]

extraia o sumo:
download Elomar, Geraldo azevedo, Vital farias e Xangai – Cantoria 1 – [1984]

faixas:

01 Desafio do Auto da Catingueira (Elomar) 08:14
02 Novena (Geraldo Azevedo/ Marcus Vinicius) 05:30
03 Sete Cantigas para Voar (Vital Farias) 04:30
04 Cantiga do Boi Incantado (Elomar) 05:10
05 Kukukaya (Jogo da Asa da Bruxa) (Kátia de França) 03:15
06 Ai que Saudade de Ocê (Vital Farias) 04:50
07 O ABC do Preguiçoso (Ai d’eu Sodade) (Xangai) 04:00
08 Semente de Adão/Viramundo (Gilberto Gil/ Capinam/ Geraldo Azevedo/ Carlos Fernando) 03:01
09 Cantiga do Estradar (Elomar) 05:10
10 Violêro (Elomar) 04:41
11 Saga da Amazônia (Vital Farias) 08:35
12 Matança (Jatobá) 04:05
13 Cantiga de Amigo (Elomar)

*esse disco é uma contribuição do nobre amigo Chacal

Elomar, Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai – Cantoria 2 [1988]

O Cantoria 1, gravado no Teatro Castro Alves em Janeiro de 84, registrou o primeiro encontro de quatro dos maiores cantadores e violeiros do País. Entre cabos e couros, bruacas e microfones, quatro vozes entoaram seus trabalhos individuais, com um encontro de violões na Cantiga de Amigo de Elomar. O mesmo cenário se repetiu 19 vezes depois, no mesmo ano, na excursão nacional de lançamento do disco. Quando o convívio levou os quatro ao maior entendimento musical, gravamos as cinco últimas cantorias – no Palácio das Artes em Belo Horizonte, no Teatro Goiânia e no Teatro Nacional de Brasília. Além da inesperada participação especial do ceguinho cantador goiano Francisco Aafa, ficam aqui registrados os melhores momentos destes reencontros históricos, regados a Mel de Abelha de Bunda Vermelha e Pinga Riachim da Lagoa dos Ariris. E repete-se, em versão iluminada por quatro candeiros, a mesma Cantiga de Amigo onde ‘os violeiros, com suas violas em clamores, vão cantar louvando você.'[fonte]

extraia o sumo:
download Elomar, Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai – Cantoria 2 [1988]

faixas:

01 Desafio do Auto da Catingueira/ Repente/ Novena (Elomar/ Vital Farias/ Geraldo Azevedo/ Marcus Vinicius) 05:55
02 Era Casa Era Jardim/ Veja Margarida (Vital Farias/ Vital Farias) 04:00
03 Sabor Colorido/Moça Bonita (Geraldo Azevedo/ Capinam/ Geraldo Azevedo) 04:20
04 Na Quadrada das Aguas Perdidas (Elomar) 04:25
05 Cantilena de Lua Cheia (Vital Farias) 05:00
06 Arrumação (Elomar) 04:00
07 Suite Correnteza – Barcarola do São Francisco/ Talismã/ Caravana (Geraldo Azevedo/ Carlos Fernando/ Alceu Valença/ Geraldo Azevedo/ Alceu Valença/ Geraldo Azevedo) 05:22
08 Estampas Eucalol (Hélio Contreiras) 03:06
09 Saga de Severinin (Vital Farias) 06:00
10 Cantiga de Amigo (Elomar)

*este post é um contribuição do mestre Chacal

Elomar – cantoria 3 [1994]

Faz 10 anos em janeiro (1994) que aqui pousaram os tropeiros.
Foi em 84, no Castro Alves de Salvador, que Elomar e seus malungos Xangai, Geraldo Azevedo e Vital Farias apearam, sacaram seus violões e começaram a Cantoria que mais ficou na história. Rendeu 22 apresentações e dois discos antológicos, reunindo seus quatro cantos. Muito ficou inédito nas mais de 20 horas de fita com a mais alta qualidade (o Cantoria 1 foi o 1º disco gravado ao vivo em Digital no país). Para um 3º disco com os quatro, o repertório não seria suficiente, mas da obra individual de Elomar ficou este legado extraordinário de canto e solo de violão, exemplo de virtuosismo e criatividade, testemunho de um grande momento de um artista que hoje já mergulhou em um universo sinfônico, com suas óperas, concertos e oratórios ampliando cada vez mais sua ecologia cultural sertaneza.
Além de seis temas ainda inéditos em CD, o Cantoria 3 mostra uma obra desconhecida em seu estado ambrionário: o solo Ecos de uma Estrofe de Abacuc, esboço do que hoje já é o terceiro movimento de sua Antífona nº 11 alfa, para violão e grande orquestra.
Há dez anos, Elomar ainda cantarolava a parte do violoncelo.
Curiosamente, a Cantiga do Estradar, única música repetida de um Cantoria para o outro, é também um fragmento de outra Antífona, a nº8 – Carta ao Maestro. Faviela, que encerra o disco, é a última ária da opereta Faviela, e A Donzela Tiadora e Corban são cantos de sua peça teatral O Mendigo e o Cantador.
Seu repertório no acêrvo inédito da Cantoria se impunha, e deixá-lo em arquivo seria uma pena.
Por isso lançamos o Cantoria 3 só com ele.
É um tributo aos 10 anos do histórico evento e a seu decano Elomar, expressão maior da cultura do Grande Estado do Sertão.[fonte]

extraia o sumo: download Elomar – cantoria 3 [1994]

faixas:

01 A Donzela Tiadora (Elomar) 03:31
02 Canto de Guerreiro Mongoió (Elomar) 05:34
03 Ecos de Uma Estrofe de Abacuc (Elomar) 05:19
04 Corban (Elomar) 03:17
05 Calundú e Cacoré (Elomar) 05:21
06 Seresta Sertaneza (Elomar) 04:33
07 Cantiga do Estradar (Elomar) 05:10
08 Duvé Esse Chão Quêma Meus Pé (Elomar) 06:03
09 Faviela (Elomar)

*esse disco é uma contribuição do incomparável Chacal

Wednesday, February 28, 2007

Elomar – Na Quadrada das Águas Perdidas [1979]

Este é o primeiro disco independente de Elomar, e para muitos seu melhor trabalho. Gravado em 1979 na Bahia e lançado em São Paulo com apoio de Marcus Pereira, este ex-album duplo de vinil foi remasterizado em 2005 por Luigi Hoffer e sai em CD pela Kuarup dentro do pacote licenciado pelo próprio artista. Além de trechos do Auto da Catingueira e de O Tropeiro Gonsalin, canções clássicas como Campo Branco, Curvas do Rio, Arrumação e A Meus Deus um Canto Novo. São 74 minutos de música, com participações especiais de Xangai e Dércio Marques.

Ficha Técnica:
Letras e Músicas de Elomar Figueira Mello

Gravação 1979: Alcivando Luz e João Américo

Mixagem: Alcivando Luz

Montagem: Zorro

Estúdio: Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia

Remasterização 2005: Luigi Hoffer (DMS/RJ)
Canto e violão: Elomar

Flauta: Elena Rodrigues

Violão e charango: Dércio Marques

Vozes: Dércio Marques, Xangai e Carlos Pita

Direção: Carlos Pita e Dércio Marques

Produção de agraví: Antônio C. Limongi
Capa externa: Detalhe de um óleo de Orlando Celino

Capa interna (à direita): Óleo de Juracy Doréa

Fotos: Beto Veronese (reprodução das pinturas), Marly, Topinho, Mara Mércia

Direção de Arte: Walter O. Passos Filho

extraia o sumo: download Elomar – Na Quadrada das Águas Perdidas [1979]

Faixas:
Disco 1
1 A meu Deus um canto novo
(Elomar)
2 Na quadrada das águas perdidas
(Elomar)
3 A pergunta
(Elomar)
4 Arrumação
(Elomar)
5 Deserança
(Elomar)
6 Chula no terreiro
(Elomar)
7 Campo branco
(Elomar)
8 Parcelada (do “Auto da Catingueira”)
(Elomar)
9 Estrela maga dos ciganos
(Elomar)
10 Função
(Elomar)

Disco 2
1 Noite de Santo Reis
(Elomar)
2 Cantoria pastoral
(Elomar)
3 O rapto de Joana do Tarugo
(Elomar)
4 Canto de guerreiro Mongoio
(Elomar)
5 Clariô (do “Auto da Catingueira”)
(Elomar)
6 Bespa (do “Auto da Catingueira”)
(Elomar)
7 Dassanta (do “Auto da Catingueira”)
(Elomar)
8 Curvas do rio
(Elomar)
9 Tirana (de “O Tropeiro Gonsalin”)
(Elomar)
10 Puluxias (de “O Tropeiro Gonsalin”)
(Elomar)

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